sábado, julho 21, 2012


O leão branco constitui uma rara mutação de cor do leão-sul-africano (Panthera leo krugeri), devida a uma particularidade genética chamada leucismo Não constitui uma subespécie. Distingue-se dos outros apenas pela sua pelagem muito clara, quase branca, causada por anomalias em seus genes. Os seus olhos são dourados ou azuis.

Esta característica não acarreta problemas fisiológicos – ao contrário do albinismo, o leucismo não confere maior sensibilidade ao sol. No entanto constitui uma desvantagem, pois reduz a sua capacidade de se camuflar na caça às suas presas.

Estes leões nunca foram muito vulgares na natureza. O gene que confere esta característica é recessivo, e apenas se revela quando são cruzados indivíduos portadores do gene mutante. Este cruzamento é feito propositadamente em zoológicos por já não existirem mais na natureza por essa razão é nestes onde existe o maior número de indivíduos. Apareciam também na reserva de Timbavati e no parque Kruger, na África do Sul, mas desde 1993 não são avistados, praticamente extintos da natureza.

Leões brancos não são albino. Sua cor branca é causada por um gene inibidor recessivo, diferente do gene do albinismo. Eles variam de loiro por quase branco.

Existem também leões brancos por albinismo; esses possuem os olhos vermelhos e apresentam grande sensibilidade ao sol. São raros e ameaçados de extinção.[1]

Na Religião

Os povos da África do Sul tinham crenças religiosas relacionadas ao leão branco. Ele era relacionado à prosperidade e à abundância e sua presença era uma espécie de dádiva divina. Também eram muito venerados pelos povos locais, que acreditavam que sua cor branca era um sinal da benevolência que deveria existir dentro de todos os seres vivos. Existia também a crença de que uma vez caiu um asteroide e que uma mulher entrou nele, alguns dias depois ela voltou como uma leoa branca.


A e-board seria uma prancha de surf comum senão fosse pelo fato dela ser feita com materiais naturais, livres de emissão de gases ou resíduos que agridem a natureza, especialmente desenvolvidos para aplicação em pranchas de surf. Estas características fazem da e-board ser a primeira prancha ecológica do mundo, certificada pelas maiores empresas ambientais e apoiada pela Osklen Surfing, uma das marcas “beach culture” mais tradicionais do país.

A inovação partiu do engenheiro de materiais Daniel Aranha, ao perceber que cuidar do planeta não é mais uma tendência, e sim uma necessidade. O seu trabalho tem o conceito “custom hand made”. Além de o processo ser todo manual e artesanal, o atendimento é personalizado, e, melhor ainda, quando isso pode ser feito sem agredir o meio-ambiente”, comenta. A emissão de gases liberada pelas pranchas tradicionais fabricadas em PU e poliéster é enorme. Todo material usado nas pranchas tradicionais é derivado da extração do petróleo, gerando uma quantidade incalculável de gases liberados de CO2 na natureza.

Já os materiais utilizados na fabricação da e-board não dependem da extração de petróleo ou qualquer outra matéria-prima de origem mineral. São todos orgânicos ou reciclados. Todo processo de fabricação é neutralizado com o plantio de árvores em áreas de reflorestamento, tudo certificado pela CANTORCO2e / GPSA, parceiras do projeto. Por isso, a e-board é considerada a primeira prancha do mundo a receber um selo carbon free.

Matéria-prima:

Resina: especialmente formulada para pranchas, ela possui características mecânicas de resistência e flexibilidade superior às demais do mercado. Não tem cheiro. A sobra do processo de cura - secagem da resina - com o endurecedor é H2O. Resina com filtro de proteção UV para terardar os efeitos causados pelo sol.

Bloco: de EPS (poliestireno expandido) com a vantagem do uso de água para sua expansão. Apenas 2% de sua massa são compostos de poliestireno, os 98% restantes são ar. Sua massa é 100% reciclável. Longarina: em caixeta ou bambu, ambas têm o certificado de reflorestamento ambiental FSC. Cor: a pigmentação e coloração da prancha utilizam bases naturais e orgânicas.

Mais leve e resistente, a e-board se diferencia das demais graças ao desenvolvimento de uma resina especial para esse fim. A capacidade de absorção de impactos da e-board é superior, e sua distribuição acontece na maior área possível. Não amarela e nem amassa com a mesma facilidade que as tradicionais.
A inovação partiu do engenheiro de materiais Daniel Aranha, ao perceber que cuidar do nosso Planeta não é mais uma tendência, e sim uma necessidade. Surfista desde pequeno e responsável pelo projeto, ele desenvolveu uma resina ecológica a base de água e, é no seu estúdio localizado na Vila Madalena, em São Paulo, que o shaper e designer, cria as e-boards.

Um projeto sustentável e social

O objetivo maior deste projeto desenvolvido pelo engenheiro e designer de pranchas de surf, Daniel Aranha, é viabilizar a fabricação de pranchas sem agredir o meio em que vivemos. Atualmente o mundo percebe a necessidade e a importância imediata de um comportamento consciente diante do meio ambiente. “Todo resíduo gerado na fabricação das pranchas é reciclado e vira material processado para ser incorporado ao asfalto na pavimentação de `vias verdes’, em um projeto inédito no Brasil”, explica Daniel. A e-board é um produto 100% reciclável e livre da ação de poluentes ou resíduos em sua fabricação. Toda cadeia produtiva é livre de sobras e desperdício, reduzindo o uso desnecessário de matéria-prima. Todo gasto gerado e oculto na fabricação da prancha - desde energia elétrica até a entrega da prancha ao cliente via transportadora. Além disso, a cadeia produtiva da e-board também pratica os 3R’s, reduzindo, reaproveitando e reciclando o lixo. Quem compra uma e-board, além de ajudar a natureza, incentiva o trabalho social em comunidades carentes, que costuram as e-bags de tecido em lona PVC reciclável, e escolhe um projeto de proteção ambiental no qual a e-board faz uma doação a cada prancha comprada.

Hoje a e-board é um produto autenticado e certificado pelo Instituto-e também conta com o apoio da ONG WWF.


sexta-feira, junho 08, 2007



Please protect Chile's Blue Whales
Dear President Bachelet,

First of all I would like to congratulate the Chilean government on its role at the recent International Whaling Commission meeting, where Chile advocated with conviction for whale conservation. This marine mammal lives along the Chilean coast too, and motivates me to write this letter.


As you know, 4 years ago it was discovered that a large number of blue whales visit the Gulf of Corcovado and Chiloé each year to feed and raise their calves. Their presence has made the zone one of the most crucial marine conservation areas in the Southern Hemisphere and urgent action must be taken to ensure that both the blue whales and their ecosystem are protected.


In an effort to fulfill this goal, Centro Ballena Azul and the Universidad Austral de Chile, with the support of CONAMA and WWF, proposed a conservation area encompassing the waters adjacent to the Island of Chiloé to be declared a Multiple Use Marine and Coastal Protected Area. This Protected Area would facilitate the development of an effective overall conservation strategy for the blue whale population and the marine ecosystem upon which they depend. In addition, it would provide the opportunity to design an action plan benefiting both the zone's productive activities and residents and ensuring a positive, long-term impact on conservation.


Although this proposal has received the support and approval of public and private institutions at many levels (the Chilean Senate, the National Environmental Commission, and the Coastal Use Commissions of the Lakes and Aysén Regions), as well as the national and international scientific community, the final decision whether to protect the blue whales and their habitat now lies in your hands.


I write to respectfully request that you sign the decree to protect the Gulf of Corcovado and Chiloé in order to ensure that this critical environmental area is conserved for the future and as a sign of Chile's strong commitment to whale conservation.


Sincerely,

sexta-feira, abril 06, 2007


Appeal to Helen Clark, Prime Minister of New Zealand

Hector's and Maui's are New Zealand's marine Taonga (treasure). However, they are rapidly facing extinction due to human impacts. The substantial decline in Hector's dolphin numbers and distribution over the past 30 years and the considerable and continuing threats facing the species necessitate urgent action from the New Zealand government.

By law, the New Zealand government is required to protect its native flora and fauna. However, the government has never developed an action plan for the recovery of Hector's and Maui's dolphins.

If protection measures are not adequate then Maui's may become extinct within your lifetime.

For these reasons I call on you to immediately:

* Implement an effective action plan for the recovery of the species

* Introduce a total ban on set nets within the New Zealand Exclusive Economic Zone (EEZ)

* Introduce a total ban on trawling in near shore waters shallower than 100 metres in depth

* Identify, manage and mitigate all other potential threats to Hector's and Maui's to ensure their future recovery.


Apelação a Helen Clark, ministro principal de Nova Zelândia

O Hector e Maui são Taonga marinho de Nova Zelândia (tesouro). Entretanto, está enfrentando rapidamente a extinção devido aos impactos humanos. O declínio substancial em números do golfinho do Hector e a distribuição sobre os 30 anos passados e as ameaças consideráveis e continuando que enfrentam a espécie necessitam a ação urgente do governo de Nova Zelândia.

Pela lei, o governo de Nova Zelândia é requerido para proteger sua flora e fauna nativa. Entretanto, o governo nunca desenvolveu uma planta de ação para a recuperação de golfinhos do Hector e do Maui.

Se as medidas da proteção não forem adequadas então Maui pode tornar-se extinct dentro de sua vida.

Para estas razões eu convido-o a imediatamente:


*Executar uma planta de ação eficaz para a recuperação da espécie


*Introduzir uma proibição total em redes do jogo dentro da zona econômica exclusiva de Nova Zelândia (EEZ)


*Introduzir uma proibição total em trawling em águas próximas da costa mais rasa de 100 medidores dentro - de profundidade


*Identificar, controlar e mitigate todas ameaças potenciais restantes ao Hector e ao Maui assegurar sua recuperação futura.

sábado, dezembro 30, 2006



Parar a Matança dos Lobos

Eu estou muito interessado sobre a matança recente dos Lobos em Vancôver
Ministro Jean-René Fournier

A sentença de morte dos lobos em Vancôver e Ignorado por uma apelação dos conservationista e também de uma decisão da própria corte mais elevada de Vancôver, como você sabe o lobo é classificado como espécie “Estritamente Protegida”, sob a convenção de Berna e mesmo assim você tomara uma medida inescrupulosa são ações dirigidas pelo governo e não somente para ameaçar o futuro do lobo mais danificar também a reputação de uma região.

Em vez de matar mais lobo eu incito-o então criar uma Área Ambiental permanente para a sobrevivência de toda população dos lobos que esta em extinção, estamos acreditando que possa fazer este planejamento assegurando o melhor caminho a ser tomado desde que seja saudável e sem prejuízo e a comunidade que esta se sentindo prejudicada com a presença dos lobos tem uma grande responsabilidade por ter avançado com suas propriedade nas áreas que são seu habitar natural, para que não aconteça o ataque os fazendeiros têm que tomar medida de prevenção, tais como o uso de cães e o protetor de cerca elétrico, estas medidas podem substancialmente reduzir o problema e permitir que os lobos e os seres humanos existam pacificamente ao lado de um outro.

Vancô
ver e uma cidade que oferece uma grande variedade na área do Turismo ,sua Metrópoles Arquitetônica onde o turista pode explorar, porque não colocar o meio ambiente com sua reserva bem planejada onde os lobos podem oferecer uma grande atração ao turista, então eu incito-o venha planejar para que possa ser explorado este beneficio que o Meio Ambiente e os lobos podem oferecer a Industria do Turismo um grande beneficio de renda.

Ministro por esta ameaça inescrupulosa de um governo, nos não devemos cruzar os braços neste momento tão crucial para espécie dos lobos, agora que eles esta chamando por esta ajuda para se salvar de uma devassa, e o que o Ministro esta propondo neste momento e uma caçada, e um caminho um tanto assustador, tem que haver uma saída com esforço conjunto para implementar política Ambiental compatível para que possa haver crescimento da população e seja preparado o seu desenvolvimento dentro de uma reserva.

Ministro Jean-René Fournier, eu acredito na sua autoridade, mais deve demonstrar que possa finalmente ser responsável assegurando perante seu Pais medidas de proteção a toda as espécie de lobos a sobrevivência na região, e mostrando um bom exemplo para ser seguido para o mundo, que esta neste momento de olho voltado para ação a ser tomada pelo o Ministro Jean-René, e que seja um bom exemplo, dando proteção aos lobos e preservando o Meio Ambiente de Vancôver, e merece todo o seu empenho para esta vitória que e sua e de toda os povos de Vancôver, e também dos participante do wwf.org.br, que esta enviando e-mail neste momento implorando que impede esta devassa em Vancôver. Por favor Ministro deixa os lobos em paz.

Atenciosamente:

sábado, dezembro 16, 2006

WWF-Brasil apóia criação de novas unidades de conservação no Pará
01 Dec 2006


O WWF-Brasil apóia e destaca a importância da criação de nove unidades de conservação (UCs) no norte do estado do Pará, oficializada em cerimônia nesta segunda, em Belém, pelo Governador paraense, Simão Jatene. “Trata-se de uma decisão de grande relevância para a conservação da Amazônia”, afirma Denise Hamú, secretária-Geral do WWF-Brasil.

As novas unidades ocupam cerca de 15 milhões de hectares, área que equivale, aproximadamente, á soma dos territórios de Portugal e Irlanda. Segundo Cláudio Maretti, coordenador do programa de Área Protegido do WWF-Brasil, a medida é importante para o estabelecimento de planos de conservação e o uso sustentável dos recursos naturais na região. “A criação de Ucs não pode ser vista como a única solução para os problemas ambientais do pais, mas é fundamental como ação imediata para conter o desmatamento na Amazônia”, analisa.

A maior parte das novas unidades de conservação está no norte do Pará. Duas delas serão de proteção integral: Estação Ecológica Grão-Pará, com cerca de 4,3 milhões de hectares (que será a maior unidade de conservação de proteção integral do mundo) e a Reserva Biológica Maicuru, com cerca de 1,2 milhão de hectares. Compõem ainda o ‘pacote’ das novas Ucs, três florestas estaduais (Paru, Trombetas e Faro), que somam cerca de 7,4 milhões de hectares.

Esse conjunto forma o maior corredor de conservação do mundo, conectando-se com uma grande área protegida no Amapá (que inclui o Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque). Além disso, esse mosaico vai se conectar, por meio de terras indígenas, com área protegida em Roraima e no Amazonas.

Duas das áreas protegidas a serem anunciado – a Floresta Estadual Iriri e Área de Proteção Ambiental Triunfo do Xingu – eram aguardadas pela sociedade civil desde 2004, para completar o mosaico da Terra do Meio juntamente com as UCs federais criadas na região no inicio de 2005.
“Em conjunto com outras organizações civil, já vínhamos pedido ao governo do Pará a criação de mais unidades de conservação na Terra do Meio. É com satisfação que vemos isso se concretizar”, declara Maretti. Ele acrescenta que o WWF-Brasil vai continuar apoiando a implementação concreta das unidades de conservação, que vai além da criação das áreas ‘no papel’.

A criação das florestas estaduais favorece a implantação de uma política de desenvolvimento florestal, mas é necessário dotar a Secretária Estadual de Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente do Pará (Sectam) de recursos humanos, financeiros e equipamentos para a implantação das Ucs e para a contenção do desmatamento em seu entorno. Afinal, a Lei de Gestão de Florestas Públicas repassou aos estados as atribuições de licenciamento florestal, autorização de desmatamento e ações de fiscalização.

O WWF-Brasil lamenta, no entanto, que neste recente conjunto de medidas, o governo estadual não tenha reconhecido demandas das comunidades locais para a criação da Reserva Extrativista Renascer. “Essa medida seria fundamental para resolver as graves situações de conflitos ligados á questão fundiária e ao uso de recursos naturais na região”, ressalta o coordenador do Programa de Áreas Protegidas do WWF-Brasi.

Destaques:

Em principio, seria assinada a criação de nove unidades de conservação, quem ocupariam área de 16,4 milhões de hectares. Devido a uma liminar concedida pelo juiz federal de Altamira, Herculano Martins Nacif ao Ministério Público Federal, o governo do Pará foi impedido de criar duas Ucs: a Floresta Estadual (Flota) da Amazônia e a Área de Proteção Ambiental (APA) Santa Maria de Prainha. Por isso a nova soma da área das UCs recém-criadas giram em torno dos 15 milhões de hectares.