segunda-feira, julho 23, 2012



Redução do habitat por causa da agricultura põe o urso andino em risco de extinção

Especialistas afirmam que o urso andino corre risco de extinção no Equador. A causa e a redução do habitat por causa da expansão agrícola. Além disso, camponeses estão matando animais da espécie para proteger o gado. Estima-se que há entre 20 mil e 25 mil ursos andinos na Venezuela, Colômbia, Peru, Bolívia, Argentina e Equador, onde a espécie é conhecida como urso de óculos.
A principal ameaça, especialmente na Colômbia e no Equador, é a caça por parte dos camponeses em defesa de seu gado, que é atacado pelos ursos por falta de outras fontes de alimento, segundo o presidente da Fundação Urso Andino, Armando Castellanos.
"Eu disse que as pessoas estão pagando um castigo pelo o qual fizeram, pois agora é possível ver mais ursos em volta de suas casas porque a floresta foi destruída. Tiraram todas as árvores frutíferas da floresta", disse.
Os ursos andinos vivem em locais tranquilos e florestas tropicais, embora se adaptem bem a diferentes ecossistemas. A dieta dos ursos também é muito variada, já que comem desde carniça até animais vivos e frutos cultivados, explicou Castellanos.

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Alguns machos grandes também atacam o gado e são responsáveis, por exemplo, pela morte de cerca de 200 cabeças, no período de dois anos, nas províncias equatorianas de Carchi e Imbabura.
"O povo pensa que todos os ursos comem gado", diz Castellanos, ressaltando que se fosse assim "não haveria nem uma vaca".
Segundo o especialista, os ursos são "bem tímidos" quando estão próximos a humanos e só tentam atacar alguém se seus filhotes estiverem em perigo. Castellanos disse que no Equador foram registrados "dois ou três" casos de ataques de ursos, justamente contra caçadores que feriram os animais.
Os ursos andinos são pretos com manchas brancas. Os machos podem pesar até 200 kg e de pé, medir 2,2 m de altura, enquanto as fêmeas são menores. Eles são conhecidos como ursos de óculos porque alguns possuem manchas brancas ao redor dos olhos.
Segundo Castellanos, o andino "é o único urso na América do Sul. Não existem mais ursos na região". Castellanos está empenhado em dar palestras sobre os ursos para camponeses. "É preciso entendê-los", ressaltou.
Como possíveis soluções para o conflito, o especialista menciona um bom manejo da terra e também do gado, já que vacas pastam em qualquer lugar e para os ursos que já provaram a carne do animal é como "dizer a uma criança que não toque no doce".
Tirar o urso do lugar onde o gado é atacado também não é a solução, já que, segundo Castellanos, um animal retorna ao local mesmo se for afastado por mais de mil quilômetros.
Matar o urso também não resolve o conflito, pois "esse mesmo espaço é ocupado rapidamente por outro urso que está esperando pela oportunidade", explicou Castellanos, dizendo que a única solução é que os camponeses aprendam a conviver com eles.
O especialista sugere também o reflorestamento como solução. "Quando sobem às árvores para comer, abrem (espaços) e entra luz, e as outras plantas que não podiam crescer começam a se desenvolver", comentou o biólogo, ao afirmar que o urso também "mantém a saúde da floresta".
No Equador, os ursos estão espalhados pelos Andes, embora os mais ameaçados se encontrem nas províncias de Pichincha, Imbabura e Carchi.


sábado, julho 21, 2012


Mais uma etapa do Parque Linear do rio Uberabinha é inaugurada

Camila Rabelo, Uberlândia – No Dia Mundial do meio Ambiente comemorando nesta terça feira, cinco 05, a prefeitura de Uberlândia inaugurou mais uma etapa do Parque Linear do Rio Uberabinha. Depois de 14 anos de espera, os uberlandenses têm um ambiente amplo. Abundante em vegetação que permite a realização de prática esportiva e também o descanso contemplativo ao som das águas correntes do rio Uberabinha.

O rio que corta Uberlândia tem sido parte importante no desenvolvimento para a cidade. Desde 1998, ainda no Governo do então prefeito Virgilio Galassi, vários projetos estão sendo desenvolvidos para despoluí-lo. Em 2000 a limpeza das margens, o plantio da grama, das árvores e o calçamento foram concluídos. Devido à extensão do projeto, este foi dividido em dois setores, no ano de 2009 a obra do segundo setor começou sendo avaliada em R$ 2,3 milhões. O projeto está em via de conclusão e tem calçadas para caminhadas, estação de ginástica, ciclovia, bicicletário, posto de apoio, bancos e espaços destinados para o lazer e educação, ambiental.                       

Segundo a secretária de Meio Ambiente, Raquel Mendes, nesta terça-feira foi entregue o terceiro trecho do Parque do rio Uberabinha. “Nós havíamos inaugurado o trecho dois na margem direita e hoje estamos entregando o trecho três da margem esquerda. E na margem direita houve melhorias como a construção de calçadas, instalação de bancos e lixeiras. Este projeto faz parte da recuperação do rio Uberabinha e o trecho compreende o espaço entre a Avenida Getúlio Vargas até a ponte Geraldo Migliorini, na Avenida Fernando Vilela”, disse.

A infraestrutura do Parque Linear do rio Uberabinha compreende: arborização nativa incrementada com o plantio de 800 mudas de espécies do cerrado; plantio de 90 mil m² de grama; implantação de 1.150 metros lineares de ciclovia; 1.150 metros lineares de pista para caminhada; cinco lagos para preservação das nascentes locais; construção de 1.839,20 metros de calçadas; instalação de 48 bancos de alvenaria; 44 lixeiras; construção de posto de apoio com bicicletário, telefones públicos, equipamentos para ginástica, bebedouros e mapa de localização do parque etc. De acordo com a secretária de Meio Ambiente todos estes serviços de infraestrutura totalizaram um grande investimento. “Nesta obra foi investido mais de um milhão de reais e parte deste dinheiro é de um Termo de Ajustamento com o Praia Clube”, afirmou.

Observação: Nesta administração do Prefeito Odelmo Leão, teve um grande avanço em desenvolvimento para nossa cidade principalmente nos projetos de outra administração que foi executando a exemplo Parque Linear mais uma etapa é inaugurada esta entregue para a população, ainda falta outra etapa para concluí-lo.






O leão branco constitui uma rara mutação de cor do leão-sul-africano (Panthera leo krugeri), devida a uma particularidade genética chamada leucismo Não constitui uma subespécie. Distingue-se dos outros apenas pela sua pelagem muito clara, quase branca, causada por anomalias em seus genes. Os seus olhos são dourados ou azuis.

Esta característica não acarreta problemas fisiológicos – ao contrário do albinismo, o leucismo não confere maior sensibilidade ao sol. No entanto constitui uma desvantagem, pois reduz a sua capacidade de se camuflar na caça às suas presas.

Estes leões nunca foram muito vulgares na natureza. O gene que confere esta característica é recessivo, e apenas se revela quando são cruzados indivíduos portadores do gene mutante. Este cruzamento é feito propositadamente em zoológicos por já não existirem mais na natureza por essa razão é nestes onde existe o maior número de indivíduos. Apareciam também na reserva de Timbavati e no parque Kruger, na África do Sul, mas desde 1993 não são avistados, praticamente extintos da natureza.

Leões brancos não são albino. Sua cor branca é causada por um gene inibidor recessivo, diferente do gene do albinismo. Eles variam de loiro por quase branco.

Existem também leões brancos por albinismo; esses possuem os olhos vermelhos e apresentam grande sensibilidade ao sol. São raros e ameaçados de extinção.[1]

Na Religião

Os povos da África do Sul tinham crenças religiosas relacionadas ao leão branco. Ele era relacionado à prosperidade e à abundância e sua presença era uma espécie de dádiva divina. Também eram muito venerados pelos povos locais, que acreditavam que sua cor branca era um sinal da benevolência que deveria existir dentro de todos os seres vivos. Existia também a crença de que uma vez caiu um asteroide e que uma mulher entrou nele, alguns dias depois ela voltou como uma leoa branca.