terça-feira, setembro 16, 2025

Pantanal: Biodiversidade que une as maiores bacias da América do Sul

Pantanal: Biodiversidade que une as maiores bacias da América do Sul

Conhecido mundialmente por suas belezas naturais, o Pantanal desempenha um papel de destaque na conservação da biodiversidade da América do Sul. O bioma é a maior planície alagável do planeta e mais de 3.500 espécies de plantas e animais já foram identificadas no território, segundo o Ministério do Meio Ambiente (MMA).

O bioma é tão importante que foi tombado como Patrimônio Natural da Humanidade, pela Constituição de 1988 e, nos anos 2000, ganhou o título de "Reserva da Biosfera", da Unesco. Além disso, com o objetivo de impulsionar a preservação da fauna e flora do ecossistema, o dia 12 de novembro foi instituído pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), em 2008, como o Dia do Pantanal. A data também homenageia o professor e ambientalista Francisco Anselmo de Barros, que dedicou-se durante 30 anos à luta pela preservação do bioma.

Onde está localizado o Pantanal?

O Pantanal é o menor bioma existente no Brasil, representando cerca de 2% do total nacional. Ele está localizado no Centro-Oeste do país, ocupando parte dos estados do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul e também pode ser identificado no norte do Paraguai e no leste da Bolívia.

Segundo o governo federal, diversas comunidades tradicionais habitam as áreas de extensão do Pantanal, como indígenas, quilombolas, coletores de iscas ao longo do Rio Paraguai, comunidade Amolar e Paraguai Mirim, contribuindo para a formação cultural da população pantaneira.

Bioma do Pantanal: fauna e flora

Mesmo sendo o bioma de menor extensão do Brasil, o Pantanal é a maior planície inundável do planeta e conta com um reservatório de água doce com altitudes que chegam a 150 metros. Durante períodos de cheia, seu cenário se transforma em um grande lençol d'água. A área também é circundada por planaltos que atingem, em média, 700 metros de altitude.

No território brasileiro, o Pantanal é o único que reúne espécies de plantas, árvores e animais de outros biomas, como Cerrado, Caatinga e Amazônia. A flora pantaneira abriga, por exemplo, o camalote-da-meia-noite e a vitória-régia, migrados da Amazônia, e árvores tortuosas baixas e de médio porte, também identificadas no Cerrado.

A vegetação local é variada, principalmente pela inundação do solo da região. Próximo aos rios, as matas ciliares têm características densas, com figueiras e ingazeiros e buritis, além dos vegetais aquáticos, como vitórias-régia, aguapés, ervas-de-santa-luzia, utriculárias e cabombas.

 

A fauna do Pantanal é conhecida por ser muito rica e abrigar animais de diversas regiões do país. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), quase toda fauna do país pode ser encontrada no bioma.

símbolo oficial do Pantanal, segundo a Lei 5950/1992, é o Jabiru mycteria, ave popularmente conhecida como tuiuiú. Ela pertence à família Ciconiidae (das cegonhas), maior da região com capacidade de voar – pode chegar a 1,60 metros de altura e pesar até 8 quilos. Possui pernas compridas, bico longo, cabeça preta, faixa vermelha no pescoço e corpo branco. O tuiuiú se alimenta de moluscos, peixes, répteis, insetos e pequenos mamíferos, além de peixes mortos.

 

Outras espécies presentes no bioma, também bastante conhecidas e muito importantes para a biodiversidade local, são: a onça-pintada (Panthera onca), o jacaré-do-pantanal (Caiman yacare), o tamanduá-bandeira (Myrmecophaga tridactyla), a arara-azul-grande (Anodorhynchus hyacinthinus), a ariranha (Pteronura brasiliensis) e a sucuri-amarela (Eunectes notaeus).

 

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  • Pantanal - Onça

  • Panatanal - Jacare

 Panatanal - Tamanduá

  • Panatanal - Arara-azul

  • Panatanal - Ariranha

  • Panatanal - Ariranha

  • Panatanal - Sucuri  

  • Pantanal - Onça

Como é o clima do Pantanal?

 

O Pantanal recebe influências do clima tropical, tendo o verão marcado por chuvas (entre outubro e março) e o inverno seco (entre abril e setembro), contribuindo para o turismo local, fator importante para a economia da região.

Durante o período de chuva, com a temperatura ultrapassando 30 graus Celsius, o turismo é limitado e a pesca é proibida, devido a época de reprodução dos peixes. Já durante a seca, os visitantes aproveitam a temperatura mais amena, entre 20 e 25 graus Celsius, para passeios de barco e compras no comércio local.

Preservação do bioma

Diversas ações de preservação são realizadas na região pantaneira. Por ser um Patrimônio Nacional do Brasil, o bioma é protegido pela Constituição Federal. Atualmente, a principal iniciativa do Departamento de Ecossistemas do MMA para o Pantanal é o Projeto GEF Terrestre – Estratégias de conservação, restauração e manejo para a biodiversidade da Caatinga, Pampa e Pantanal, coordenado pelo MMA, implantado pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e executado pelo Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (FUNBIO). O programa foi iniciado em maio de 2018, com previsão de término em maio de 2023.

Apesar da iniciativa, as riquezas do Pantanal estão ameaçadas por consequências de ações do homem e dos desastres causados por mudanças climáticas. Dados do Instituto de Pesquisas Espaciais (Inpe) apontam que o crescimento dos incêndios na região foi de 200% entre 2019 e 2020. O Laboratório de Aplicações de Satélites Ambientais (LASA) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) apontou ainda que as queimadas devastaram cerca de 29% do território do bioma.

Em 2020, o Pantanal passou pelo maior incêndio já ocorrido na região, consumindo 30% da área do bioma. Na época, diversas ONGs, voluntários, instituições e empresas, como a Neoenergia, se uniram para conter os prejuízos causados ao meio ambiente e às populações locais. Dois anos após o desastre, analistas do meio ambiente identificaram que os animais estão retornando aos locais atingidos pelos incêndios, mas a recuperação da fauna e flora ainda pode demorar décadas.​​​​​​

sábado, agosto 30, 2025

 

Coreto completa 95 anos de história em Uberlândia

EDIFICAÇÃO INTEGRA O CONJUNTO URBANÍSTICO FORMADO PELA PRAÇA CLARIMUNDO CARNEIRO, TOMBADO EM 1985
14 DE JULHO DE 2020

Em contraste ao progresso de Uberlândia, que começou e segue desenvolvendo no Centro da cidade, corre também a história de quando tudo começou, marcada por edificações tombadas como patrimônio histórico. No coração do município, uma das marcas que refletem esse encontro entre passado e presente é o Coreto da praça Clarimundo Carneiro, que completa 95 anos neste mês.

A fim de preservar o monumento, o local passa por constantes manutenções. Ainda hoje, o Coreto é considerado história viva para o uberlandense, servindo como espaço de lazer e cultura. Além de levar beleza à arquitetura local, o Coreto ainda abriga grandes eventos como o a Noite dos Antigos Carnavais e o Fundinho Festival, que reúnem centenas de pessoas.

 Foto: Valter de Paula – Secretaria de Governo e Comunicação / PMU

Um pouco da história do Coreto

A obra foi inaugurada em julho de 1925, durante a administração do Agente Executivo Eduardo Marquez (1923–1927). Pela atenção especial com os jardins públicos, sua gestão ficou conhecida pela população como o “Governo das Flores”. O financiamento da obra contou com nomes como José Andraus Gassani e o próprio Marquez.

Construído em frente ao Paço Municipal (hoje praça Clarimundo Carneiro), quando a praça ainda se chamava Praça da Liberdade, o Coreto sofreu poucas alterações ao longo dos anos. As mais significativas, em épocas não determinadas, foram a instalação de banheiros no térreo, a redução dos pilares de alvenaria que tinham prolongamentos decorativos no nível do solo e delimitavam espaços entre os quais eram colocados bancos, a alteração das portas do primeiro pavimento e a retirada do forro de madeira.

A restauração de 1986 preservou os elementos originais, com exceção das portas do pavimento térreo, que foram substituídas por portas metálicas. Em 2006, foi revitalizado por meio de um processo de pintura total do bem.

A construção integra o conjunto urbanístico formado pela praça Clarimundo Carneiro, constituído pela própria Praça e o Palácio dos Leões – Museu Municipal. Em 25 de setembro de 1985, ficou reconhecido o valor deste conjunto que foi tombado por lei municipal e oficialmente nomeado patrimônio da cidade.

quarta-feira, fevereiro 28, 2024

Lançamento Uberlândia Trilhas da Serra no coração do Jardim Patrícia ...

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PARQUE TRILHAS DA SERRA – JARDIM PATRICIA - UBERLANDIA/MG. Vendas: Financiado Corretor Carlos (34) 99991-4684.02 quartos Área 39,3m², ou 46,46m², Área Total do Terreno 21.991,81m²,Próximo: Itaú Mart Minas, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Santander, Bradesco, Registro de Incorporação: R.08/111804 do 2° Ofício Av. José Fonseca e Silva, R. Jovina de Moura, av aspirante mega, Anel Viário St. Oeste, BR-365, Rua Joaquim Leal de Camargos. Vendas: Valor a partir de R$.240.990,00. Comece 2024 de Apartamento Novo MRV.

 


quarta-feira, fevereiro 21, 2024

Simulação do Tour no Univerdi Residence


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UNIVERDI RESIDENCE - REGIÃO GAVEA - UBERLANDIA/MG. Vendas: Financiado (34) 99991-4684. Creci. 8440.Tipologia das Unidades: 01 quartos com Home Office Área Total: 48,06m², 02 quartos Área Total:41,71m², 02 quartos suíte Área Total: 48,06m². Área Total do Terreno: 11.404,71 m². Área de lazer: Salão de FestasPlaygroundChurrasqueiraQuadra de Street BallPiscinas de Adulto e Infantil, Agrodez, próximo à Unitri, Uberlândia Shopping, Shopping Unitri, Pátio Vinhedos, UMC, Posto Shopping Park, Supermercado Maná, Posto Ipiranga, Espaço Letrado, Vila Olímpica e a 20 minutos do Aeroporto de Uberlândia. Vias de acesso: Av. Landscape, Anel Viário Sul.

terça-feira, fevereiro 13, 2024

Zoológico Municipal acolhe mais um tamanduá-bandeira resgatado

MUNICÍPIO de UBERLANDIA/MG. FOI ESCOLHIDO PARA RECEBER ANIMAL, QUE RECEBEU CUIDADOS DO PROJETO DO IEF, TAMANDUASAS, MAS NÃO APRESENTA CONDIÇÕES DE RETORNAR À NATUREZA

https://www.uberlandia.mg.gov.br/2024/02/06/zoologico-municipal-acolhe-mais-um-tamandua-bandeira-resgatado/

6 DE FEVEREIRO DE 2024

Danilo Henriques - Secretaria de Governo e Comunicação/PMU

O Zoológico Municipal ganhou mais uma moradora na tarde desta segunda-feira (5). O Município foi escolhido para receber a tamanduá-bandeira fêmea Sue, que foi resgatada pelo projeto TamanduASAS, desenvolvido por meio do Instituto Estadual de Florestas (IEF) junto a parceiros, mas não apresenta mais condições de retornar à vida livre na natureza.

Com a chegada de Sue, o Zoológico, administrado pela Prefeitura de Uberlândia, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade, agora conta com duas tamanduás fêmeas. Ela irá fazer companhia para Anna, de 5 anos, também resgatada pelo TamanduASAS e que vive no local há dois anos.

Danilo Henriques – Secretaria de Governo e Comunicação/PMU

Assim como Anna, Sue participará de programas de educação ambiental (como o Dia do Tamanduá realizado em novembro) e banco genético em cativeiro, contribuindo para conservação do tamanduá-bandeira em vida livre. A nova moradora seguirá acompanhada por pesquisadoras da Universidade de Brasília (UnB) e do Smithsonian National Zoo and Conservation Biology Institute (EUA), que colocaram um pequeno implante subcutâneo para monitorar diversos parâmetros clínicos 24 horas por dia para ampliar o conhecimento de aspectos da saúde, fisiologia, comportamento e bem-estar da espécie ameaçada de extinção.

O Zoológico Municipal é um grande centro de recuperação e cuidado para animais silvestres que não possuem condições de serem reabilitados ao habitat natural. Todos os animais recebidos são resgatados e doados por órgãos competentes, após análise clínica e biológica. O cuidado diário é feito por uma equipe especializada de servidores, que inclui médicos veterinários e biólogos entre outros.

segunda-feira, outubro 23, 2023

 

Uberlândia, uma cidade internacional?

Artigo ressalta a importância dos profissionais de Relações Internacionais para compreensão, elaboração e operacionalização de planos de política externa municipais
https://www.blogger.com/blog/post/edit/14852578/1379315110751644676

Por: João Pedro Gurgel e Silva
Publicado em 10/06/2020 às 14:30 - Atualizado em 22/08/2023 às 16:52

Salvo raras e louváveis exceções, quando pensamos em cidades internacionais, não nos escapam à memória cidades como Nova York, Londres, Paris ou mesmo São Paulo. Porém, não somente às megalópoles estão abertas as portas do mundo, explicam as obras de Panayotis Soldatos. 

Para o europeu, além do intercâmbio comercial, cidades internacionais são aquelas que contam com uma multiplicidade de canais de comunicação com o exterior, com destaque à presença de suas instituições, ao exercício de sua paradiplomacia pública e à composição étnica de sua população. 

Diante dos desafios de um mundo globalizado e de constante inovação, os planos de política externa de uma cidade tornam-se peças centrais na concretização e na cooperação das ações públicas e privadas, de curto a longo prazo. Assim, dirigem-se para a execução de grandes projetos que combinem objetivos de crescimento econômico e de desenvolvimento urbano a partir da internacionalização das suas relações municipais. 

A política externa de uma cidade antecede as ações dos poderes instituídos que se incubem da paradiplomacia, implementando a parte que lhes cabem de um projeto maior, partilhado por uma pletora de atores locais. 

Apesar da inexistência de um marco regulatório, as atuações internacionais de cidades brasileiras estão assentadas nos princípios da predominância do interesse e da subsidiariedade pactuados entre os entes federativos. Sendo assim, suas relações internacionais representam a externalização de suas competências e são contidas pela Diplomacia do Itamaraty, como elucidam os artigos 4, 23, 54 e 84 da Constituição Federal vigente. 

Porto Alegre, Paraty, Petrolina… são muitas as cidades brasileiras internacionalmente reconhecidas por desenvolverem projetos de cooperação, de captação de recursos, de promoção econômica direcionadas para o fomento do comércio exterior, de investimentos, do turismo e de setores estratégicos; ou mesmo pelo papel desempenhado em relevantes discussões internacionais, como no Programa Internacional de Cooperação Urbana da União Europeia para a América Latina e o Caribe, na Localização dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e no Acordo de Paris. 

 

Uberlândia

Desde o final do último século, Uberlândia se diferencia ao comportar uma série de investimentos para a produção de uma localização privilegiada, no afã da incorporação produtiva dos cerrados e na conformação de uma agroindústria comercial e de exportação na região - simbolizados pela construção da universidade federal e do porto seco. 

O entreposto da Zona Franca de Manaus, a partir de 2010, marca a crescente irradiação do dinamismo econômico e a consolidação da estratégia logística da cidade com infraestrutura e transporte multimodal, para distribuição e acesso aos principais mercados nacionais, ao Mercosul e ao mundo. 

Reconhecida pela ONU como uma das cinco cidades no mundo com população entre 500 mil e 1 milhão de habitantes com qualidade de vida e sustentabilidade, na última década, Uberlândia  se tornou também um dos maiores centros brasileiros de pesquisa e desenvolvimento (P&D) e referência em tecnologias da informação e comunicação, ocupando, então, a posição de primeira cidade do interior em número de startups. 

A Política Externa contemporânea de Uberlândia começa, de fato, quando são definidas as metas e prioridades da administração Odelmo Leão, do Partido Progressistas (PP), sancionadas pelo legislativo local, com a incorporação da dimensão internacional ao poder executivo, a partir dos programas “Desenvolvimento Econômico, Emprego, Renda e Internacionalização”, “Uberlândia - Destino Inteligente e Humano” e “Uberlândia Inovadora”, sob alçada da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Inovação e Turismo que recebeu, entre 2017-2019, cerca de R$ 6 milhões do orçamento municipal para a implementação de atividades de incentivo à infraestrutura e ao ‘ecossistema’ de inovação, à aplicação de tecnologias de smart cities e de apoio à micro e pequenas empresas. 

Todavia, as cooperações, os recursos e até a inserção comercial internacional, carecem de capacidades técnicas especializadas, exigindo do internacionalista competências para a análise, elaboração e operacionalização das relações internacionais municipais. O Grupo de Extensão Uberlândia no Contexto Internacional (GEUCI/UFU), ao receber graduandos e pós-graduandos vinculados ao Instituto de Economia e Relações Internacionais (IERI/UFU), busca, na integração entre atividades de Ensino, Pesquisa e Extensão, satisfazer tal demanda, monitorando e auxiliando a internacionalização de Uberlândia para a promoção do desenvolvimento regional. 

 

*João Pedro Gurgel e Silva é discente do Curso de Relações Internacionais do IERI/UFU, pesquisador voluntário Pivic/PROPP/UFU e coordenador discente do GEUCI/IERI. Disponível para contato em: lattes.cnpq.br/055086622373006joao.gurgel@ufu.b e linkedin.com/in/jpgurgelsilvEsse artigo apresentado na Semana de Internacionalização INTERUFU 2019 - Faculdade de Gestão e Negócios (Fagen/UFU) e na XI Semana Acadêmica de Relações Internacionais (SARI), do Instituto de Economia e Relações Internacionais (IERI/UFU).

 

A seção "Leia Cientistas" reúne textos de divulgação científica escritos por pesquisadores da Universidade Federal de Uberlândia (UFU). São produzidos por professores, técnicos e/ou estudantes de diferentes áreas do conhecimento. A publicação é feita pela Divisão de Divulgação Científica da Diretoria de Comunicação Social (Dirco/UFU), mas os textos são de responsabilidade do(s) autor(es) e não representam, necessariamente, a opinião da UFU e/ou da Dirco. Quer enviar seu texto? Acesse: www.comunica.ufu.br/divulgacao. Se você já enviou o seu texto, aguarde que ele deve ser publicado nos próximos dias.

 

Palavras-chave: Leia Cientistas Ciência Divulgação Científica Uberlândia Relações Internacionais Economia Cidade