segunda-feira, maio 06, 2024
Tragédia no Rio Grande do Sul maior enchente em 150 anos Bora Brasil. O número de mortos pelas chuvas no Rio Grande do Sul chegou a 161 na manhã desta terça-feira (21), de acordo com o balanço divulgado pela Defesa Civil estadual. Há ainda 85 pessoas desaparecidas. Não há óbitos em investigação. Ainda segundo o balanço, há 2.339.508 pessoas afetadas no Rio Grande do Sul. No total, 581.633 encontram-se desalojadas e 72.561 em abrigos. As autoridades estimam que a catástrofe tenha afetado a vida de 2,3 milhões de moradores de 464 municípios até agora — 93% do total.
quarta-feira, fevereiro 28, 2024
Lançamento Uberlândia Trilhas da Serra no coração do Jardim Patrícia ...
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PARQUE TRILHAS DA SERRA – JARDIM PATRICIA - UBERLANDIA/MG. Vendas: Financiado
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quarta-feira, fevereiro 21, 2024
Simulação do Tour no Univerdi Residence
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ESCREVER-SE NO CANAL CALUDOVINO YOUTUBEterça-feira, fevereiro 13, 2024
Zoológico Municipal acolhe mais um tamanduá-bandeira resgatado
MUNICÍPIO de UBERLANDIA/MG. FOI ESCOLHIDO PARA RECEBER ANIMAL, QUE
RECEBEU CUIDADOS DO PROJETO DO IEF, TAMANDUASAS, MAS NÃO APRESENTA CONDIÇÕES DE
RETORNAR À NATUREZA
https://www.uberlandia.mg.gov.br/2024/02/06/zoologico-municipal-acolhe-mais-um-tamandua-bandeira-resgatado/
6 DE FEVEREIRO DE 2024
O Zoológico Municipal ganhou mais uma moradora na tarde desta
segunda-feira (5). O Município foi escolhido para receber a tamanduá-bandeira
fêmea Sue, que foi resgatada pelo projeto TamanduASAS, desenvolvido por meio do
Instituto Estadual de Florestas (IEF) junto a parceiros, mas não apresenta mais
condições de retornar à vida livre na natureza.
Com
a chegada de Sue, o Zoológico, administrado pela Prefeitura de Uberlândia, por
meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade, agora conta
com duas tamanduás fêmeas. Ela irá fazer companhia para Anna, de 5 anos, também
resgatada pelo TamanduASAS e que vive no local há dois anos.
Danilo
Henriques – Secretaria de Governo e Comunicação/PMU
Assim como Anna, Sue participará de
programas de educação ambiental (como o Dia do Tamanduá realizado em novembro) e banco genético em
cativeiro, contribuindo para conservação do tamanduá-bandeira em vida livre. A
nova moradora seguirá acompanhada por pesquisadoras da Universidade de Brasília
(UnB) e do Smithsonian National Zoo and Conservation Biology Institute (EUA),
que colocaram um pequeno implante subcutâneo para monitorar diversos parâmetros
clínicos 24 horas por dia para ampliar o conhecimento de aspectos da saúde,
fisiologia, comportamento e bem-estar da espécie ameaçada de extinção.
O Zoológico Municipal é um grande centro de recuperação e cuidado para animais silvestres que não possuem condições de serem reabilitados ao habitat natural. Todos os animais recebidos são resgatados e doados por órgãos competentes, após análise clínica e biológica. O cuidado diário é feito por uma equipe especializada de servidores, que inclui médicos veterinários e biólogos entre outros.
quarta-feira, dezembro 27, 2023
segunda-feira, outubro 23, 2023
Uberlândia, uma cidade internacional?
Por: João Pedro Gurgel e Silva
Publicado em 10/06/2020 às 14:30 - Atualizado em 22/08/2023 às 16:52
Salvo raras e louváveis
exceções, quando pensamos em cidades internacionais, não nos escapam à memória
cidades como Nova York, Londres, Paris ou mesmo São Paulo. Porém, não somente
às megalópoles estão abertas as portas do mundo, explicam as obras de Panayotis
Soldatos.
Para o europeu, além do intercâmbio comercial, cidades
internacionais são aquelas que contam com uma multiplicidade de canais de
comunicação com o exterior, com destaque à presença de suas instituições, ao
exercício de sua paradiplomacia pública e à composição étnica de sua população.
Diante dos desafios de um mundo globalizado e de constante
inovação, os planos de política externa de uma cidade tornam-se peças centrais
na concretização e na cooperação das ações públicas e privadas, de curto a
longo prazo. Assim, dirigem-se para a execução de grandes projetos que combinem
objetivos de crescimento econômico e de desenvolvimento urbano a partir da
internacionalização das suas relações municipais.
A política externa de uma cidade antecede as ações dos poderes
instituídos que se incubem da paradiplomacia, implementando a parte que lhes
cabem de um projeto maior, partilhado por uma pletora de atores locais.
Apesar da inexistência de um marco regulatório, as atuações
internacionais de cidades brasileiras estão assentadas nos princípios da
predominância do interesse e da subsidiariedade pactuados entre os entes
federativos. Sendo assim, suas relações internacionais representam a
externalização de suas competências e são contidas pela Diplomacia do Itamaraty,
como elucidam os artigos 4, 23, 54 e 84 da Constituição Federal vigente.
Porto Alegre, Paraty, Petrolina… são muitas as cidades
brasileiras internacionalmente reconhecidas por desenvolverem projetos de
cooperação, de captação de recursos, de promoção econômica direcionadas para o
fomento do comércio exterior, de investimentos, do turismo e de setores
estratégicos; ou mesmo pelo papel desempenhado em relevantes discussões
internacionais, como no Programa Internacional de Cooperação Urbana da União
Europeia para a América Latina e o Caribe, na Localização dos Objetivos de
Desenvolvimento Sustentável e no Acordo de Paris.
Uberlândia
Desde o final do último século, Uberlândia se diferencia ao
comportar uma série de investimentos para a produção de uma localização
privilegiada, no afã da incorporação produtiva dos cerrados e na conformação de
uma agroindústria comercial e de exportação na região - simbolizados pela
construção da universidade federal e do porto seco.
O entreposto da Zona Franca de Manaus, a partir de 2010, marca a
crescente irradiação do dinamismo econômico e a consolidação da estratégia
logística da cidade com infraestrutura e transporte multimodal, para
distribuição e acesso aos principais mercados nacionais, ao Mercosul e ao mundo.
Reconhecida pela ONU como uma das cinco cidades no mundo com
população entre 500 mil e 1 milhão de habitantes com qualidade de vida e
sustentabilidade, na última década, Uberlândia se tornou também um dos
maiores centros brasileiros de pesquisa e desenvolvimento (P&D) e
referência em tecnologias da informação e comunicação, ocupando, então, a
posição de primeira cidade do interior em número de startups.
A Política Externa contemporânea de Uberlândia começa, de fato,
quando são definidas as metas e prioridades da administração Odelmo Leão, do
Partido Progressistas (PP), sancionadas pelo legislativo local, com a
incorporação da dimensão internacional ao poder executivo, a partir dos
programas “Desenvolvimento Econômico, Emprego, Renda e Internacionalização”,
“Uberlândia - Destino Inteligente e Humano” e “Uberlândia Inovadora”, sob
alçada da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Inovação e Turismo
que recebeu, entre 2017-2019, cerca de R$ 6 milhões do orçamento municipal para
a implementação de atividades de incentivo à infraestrutura e ao ‘ecossistema’
de inovação, à aplicação de tecnologias de smart cities e de apoio à micro e
pequenas empresas.
Todavia, as cooperações, os recursos e até a inserção comercial
internacional, carecem de capacidades técnicas especializadas, exigindo do
internacionalista competências para a análise, elaboração e operacionalização
das relações internacionais municipais. O Grupo de Extensão Uberlândia no
Contexto Internacional (GEUCI/UFU), ao receber graduandos e pós-graduandos
vinculados ao Instituto de Economia e Relações Internacionais (IERI/UFU),
busca, na integração entre atividades de Ensino, Pesquisa e Extensão,
satisfazer tal demanda, monitorando e auxiliando a internacionalização de
Uberlândia para a promoção do desenvolvimento regional.
*João Pedro Gurgel e Silva é discente do Curso de Relações
Internacionais do IERI/UFU, pesquisador voluntário Pivic/PROPP/UFU e
coordenador discente do GEUCI/IERI. Disponível para contato em: lattes.cnpq.br/055086622373006, joao.gurgel@ufu.b e linkedin.com/in/jpgurgelsilv. Esse
artigo apresentado na Semana de
Internacionalização INTERUFU 2019 - Faculdade de Gestão e Negócios (Fagen/UFU)
e na XI Semana Acadêmica de Relações Internacionais (SARI), do Instituto de
Economia e Relações Internacionais (IERI/UFU).
A seção "Leia Cientistas" reúne textos de divulgação
científica escritos por pesquisadores da Universidade Federal de Uberlândia
(UFU). São produzidos por professores, técnicos e/ou estudantes de diferentes
áreas do conhecimento. A publicação é feita pela Divisão de Divulgação
Científica da Diretoria de Comunicação Social (Dirco/UFU), mas os textos são de
responsabilidade do(s) autor(es) e não representam, necessariamente, a opinião
da UFU e/ou da Dirco. Quer enviar seu texto? Acesse: www.comunica.ufu.br/divulgacao.
Se você já enviou o seu texto, aguarde que ele deve ser publicado nos próximos
dias.
Palavras-chave: Leia Cientistas Ciência Divulgação Científica Uberlândia Relações Internacionais Economia Cidade
quinta-feira, setembro 28, 2023
O início de uma cidade
Publicado em 26/08/2020 às 15:46 - Atualizado em 22/08/2023 às 16:52
Os primeiros moradores
Para reconstruir a trajetória de uma cidade, os historiadores recorrem a diversas fontes, como documentos oficiais, atas da Câmara Municipal, fotografias, relatos orais e até mesmo à imprensa. Também é importante considerar as contribuições de várias áreas do conhecimento para conhecer o nosso passado. Por esses motivos, o Comunica UFU conversou com os professores Jean Neves Abreu, do Instituto de História da Universidade Federal de Uberlândia (Inhis/UFU), e Beatriz Ribeiro Soares, do Instituto de Geografia (IG/UFU), sobre a formação e o desenvolvimento urbano da cidade.
Segundo o Atlas Educacional de Uberlândia, os primeiros indícios de ocupação urbana da cidade correspondem aos indígenas do grupo étnico Caiapós. A primeira pessoa de origem europeia a conhecer a região foi o bandeirante Bartolomeu Bueno da Silva Filho, de acordo com Neves. O historiador complementa que paira sobre o imaginário social a figura dos bandeirantes como “heróis” nacionais e desbravadores, porém, essa percepção gera muitos debates e revisões nos estudos sobre a história nacional.
“A mitologia em torno dos bandeirantes está presente em livros como Vida e morte do bandeirante, de Alcântara Machado, em 1929. Este livro foi apropriado como obra que enaltece um determinado passado da história paulista. Porém, é interessante observar que outras publicações foram desconstruindo essa imagem, a exemplo de Caminhos e Fronteiras, de Sérgio Buarque de Holanda, e vários estudos publicados que procuraram desmistificar a imagem de heróis e desbravadores atribuída a esses indivíduos”, explica.
Essa interação entre os indígenas e os bandeirantes pode parecer ter sido totalmente pacífica. Entretanto, Neves ressalta que as populações que deram origem a São Pedro de Uberabinha (futura Uberlândia) “colaboraram no desenvolvimento das relações com outras regiões, mas também tiveram um impacto sobre as populações indígenas e também quilombolas. Impactos culturais e sociais na desarticulação de seus modos de vida, hibridismos de forma de vida, além de impactos na dizimação dessa população.”
Manter a memória dos povos indígenas da região de Uberlândia requer esforços. É por isso que a Universidade Federal de Uberlândia mantém o Museu do Índio - criado em 1987. Apesar das visitações presenciais estarem suspensas, você pode conferir a história indígena de Uberlândia por meio dos vídeos do canal do museu no YOUTUBE .
A constituição de Uberlândia
Uberlândia está situada na região de planejamento do estado Triângulo Mineiro. Essa área, então conhecida como ‘sertão da farinha podre’, pertenceu à província de Goiás até o ano 1816, quando o Triângulo foi incorporado a Minas Gerais. No ano seguinte, 1817, as primeiras posses de terra começaram a acontecer.
De acordo com o Atlas Educacional, em 31 de agosto de 1888, São Pedro de Uberabinha passou a ser um município, com duas ocorrências históricas importantes para o desenvolvimento da cidade: a criação da 1ª Câmara Municipal, em 1892, e a construção de uma ferrovia pela companhia Mogiana para fazer ligações com as cidades mais desenvolvidas. Em 1929, por meio de um plebiscito, o nome do município passou a ser Uberlândia, que significa ‘Terra Fértil’.
“O contato entre a antiga região de Uberlândia e os estados de São Paulo e Goiás foi estabelecido nas rotas abertas desde os séculos XVIII e XIX. Além disso, a estrada de ferro Mogiana (que se estendeu por aqui em 1895) colaborou também para comércio regional e entre São Paulo e Uberlândia. No início do século XX é que as rodovias assumiram uma fundamental importância para a região. Essa 'opção' pelo transporte rodoviário, feita por Uberlândia, veio garantir sua inserção comercial, já que não era 'ponta de linha' da Mogiana”, explica Neves.
A docente Soares graduou-se em Geografia pela UFU, no ano de 1974, e pesquisou os projetos urbanísticos e planos diretores de Uberlândia no mestrado e doutorado na Universidade de São Paulo (USP). Ela afirma que a cidade teve vários planos diretores e o primeiro veio em 1905, para o planejamento das cinco avenidas principais: Cipriano Del Favero, João Pinheiro, Floriano Peixoto, Afonso Pena e Cesário Alvim. Da próxima vez que você passar por alguma dessas avenidas, lembre-se: elas foram inspiradas pelo urbanista francês Haussmann, que remodelou o projeto urbano de Paris.
“Quando eu ainda estudava esses primeiros planos diretores, que foram o tema da minha tese de doutorado, vi que muita coisa ainda estava sendo construída no final dos anos 90. Por exemplo, a área cultural projetada por volta de 1954 tornou-se o próprio Teatro Municipal de Uberlândia posteriormente.”
A geógrafa também ressalta que as características físicas da região favoreceram para a expansão, uma vez que o sítio urbano é mais plano, sem uma barreira física como uma montanha, por exemplo. Também cabe destacar que o processo de urbanização da cidade contribuiu para o distanciamento de certas populações do centro da cidade, com a construção de conjuntos de casas populares distantes do centro.
Inevitavelmente, uma tendência para o espaço urbano uberlandense é o policentrismo: se você visitar os bairros Santa Luzia e Luizote, vai perceber que há avenidas com comércio variados, áreas de lazer e até centros médicos. A professora acredita que a descentralização da cidade pode acontecer com bairros como Pequis e Monte Hebron.
Política de uso: A reprodução de textos, fotografias e outros conteúdos publicados pela Diretoria de Comunicação Social da Universidade Federal de Uberlândia (Dirco/UFU) é livre; porém, solicitamos que seja(m) citado(s) o(s) autor(es) e o Portal Comunica UFU.
Palavras-chave: Uberlândia história Cidade
sábado, dezembro 03, 2022
Pantanal
Pantanal é um dos menores biomas brasileiros, presente no Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. É conhecido como a maior planície alagada do mundo.








