sexta-feira, novembro 11, 2022

 

Parque do Sabiá oferece diversas opções para toda a família no fim de semana e no feriado

PRINCIPAL CARTÃO-POSTAL DE UBERLÂNDIA OFERECE DIVERSAS ATIVIDADES GRATUITAS AOS FREQUENTADORES
https://www.uberlandia.mg.gov.br/2022/11/11/parque-do-sabia-oferece-diversas-opcoes-para-toda-a-familia-no-fim-de-semana-e-no-feriado/
11 DE NOVEMBRO DE 2022

O Parque do Sabiá é a opção ideal para quem busca relaxar ou se exercitar no fim de semana e no feriado da Proclamação da República, nesta terça-feira (15). No sábado (12), o principal cartão-postal de Uberlândia fica aberto das 5h às 21h, com entrada permitida até as 20h, e tem entre os destaques a pista de caminhada, as academias ao ar livre, a ciclofaixa, as quadras poliesportivas, a Arena Beach Tennis, a Arena Park e o Mundo da Criança.

Já no domingo (13), o Parque do Sabiá fica aberto das 5h às 19h, com entrada permitida até as 18h. Nesse dia, os frequentadores também podem se divertir nas piscinas semiolímpica e infantil e nos passeios gratuitos de pedalinhos e de trenzinho, com funcionamento das 10h às 16h.

Outro espaço bastante visitado, em especial aos fins de semana, é o Zoológico Municipal, que funciona de terça-feira a domingo, das 8h às 17h (com entrada permitida até as 16h). O local, inclusive, estará aberto à visitação no feriado, das 8h às 17h, com entrada permitida até as 16h. Nesse dia, o Parque do Sabiá fica aberto das 5h às 19h, com entrada permitida até as 18h.

Já na segunda-feira (14), o Parque do Sabiá funciona normalmente, ou seja, das 5h às 20h30 para o público em geral (entrada permitida até as 19h30) e das 20h30 às 23h para o ciclismo noturno. “O Parque do Sabiá certamente receberá milhares de visitantes nesse fim de semana e no feriado, especialmente porque, além de lindo, conta com diversas atividades oferecidas gratuitamente à população”, completou o diretor-geral da Fundação Uberlandense do Turismo, Esporte e Lazer (Futel), Edson Zanatta.

Funcionamento do Parque do Sabiá

Sábado (12)

Pista de caminhada, academias ao ar livre, Mundo da Criança, Arena Beach Tennis, Arena Park e quadras esportivas – Das 5h às 21h (com entrada permitida até as 20h).

Ciclismo diurno e patins – Das 10h às 16h.

Zoológico Municipal – Das 8h às 17h (com entrada permitida até as 16h)

Domingo (13)

Pista de caminhada, academias ao ar livre, Mundo da Criança, Arena Beach Tennis, Arena Park e quadras esportivas – Das 5h às 19h (com entrada permitida até as 18h).

Zoológico Municipal – Das 8h às 17h (com entrada permitida até as 16h).

Piscina semiolímpica, piscina infantil, passeios de trenzinho e pedalinhos – Das 10h às 16h.

Segunda-feira (14)

Pista de caminhada, academias ao ar livre, Mundo da Criança, Arena Beach Tennis, Arena Park e quadras esportivas – Das 5h às 20h30 (com entrada permitida até as 19h30).

Ciclismo diurno e patins – Das 10h às 16h.

Ciclismo noturno – Das 20h30 às 23h (entrada permitida até as 22h).

Terça-feira (15)

Pista de caminhada, academias ao ar livre, Mundo da Criança, Arena Beach Tennis, Arena Park e quadras esportivas – Das 5h às 19h (com entrada permitida até as 18h).

Zoológico Municipal: Das 8h às 17h (com entrada permitida até as 16h).

domingo, março 14, 2021

 RIO UBERABINHA

https://www.uberlandia.mg.gov.br/prefeitura/secretarias/meio-ambiente/rio-uberabinha/

O rio Uberabinha é a vida da nossa cidade, conhecê-lo e preservá-lo agora é um compromisso com o futuro e a certeza da garantia de uma melhor qualidade de vida para os habitantes de Uberlândia.

Nascente do Rio Uberabinha

O rio Uberabinha é o principal manancial utilizado para o abastecimento de água de Uberlândia. Suas nascentes estão localizadas no município de Uberaba, a cerca de 96 km ao sul da cidade, próximo ao distrito de Tapuirama.

A área total da bacia hidrográfica é de 2000 km², possuindo 49 afluentes, sendo os mais importantes os ribeirões Beija-Flor, Bom Jardim e Rio das Pedras.

As matas ciliares

A região das nascentes é um chapadão, a cerca de 900 metros de altitude, onde a vegetação natural é o campo cerrado. Ocorrem também extensas áreas de brejo, constituídas de solos úmidos, com espessos horizontes de argila branca recoberta de turfa. É neste ambiente que aparecem os covais, um ecossistema importante para a manutenção do regime hídrico do rio, além de ser um refúgio para a fauna silvestre.

No médio curso as águas mansas correm por vales abertos com amplas planícies de inundação onde ocorrem capões de mata e lagoas temporárias.

Na descida rumo à cidade, o rio Uberabinha percorre áreas de lavouras, pastagens e reflorestamento. Acompanhando o curso do rio, encontramos longos trechos de matas ciliares que, com sua vegetação rica e variada, oferecem alimento para a fauna, ajudam a preservar a qualidade da água e protegem as margens dos processos erosivos evitando o assoreamento da calha do rio. Em algumas áreas em que a mata ciliar foi suprimida, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, num esforço conjunto com os proprietários rurais, vem desenvolvendo o projeto de recomposição da mata ciliar com essências nativas ou adaptadas ao cerrado mineiro.

Nesta parte do rio são encontrados locais de antigas lavras de cascalho que, após desativadas, tornaram-se lagoas de águas cristalinas.

A partir do médio curso começam aparecer diversas corredeiras e cachoeiras de grande beleza paisagística, propiciando potencial turístico e lazer. A cachoeira mais importante é a de Sucupira, onde está localizada uma das Estações de Captação e Tratamento de Água que abastece a cidade.

Cachoeira dos Dias

É a primeira cachoeira do baixo curso e está localizada próximo à usina de triagem e compostagem de lixo.

Cachoeira dos Martins

Situada junto à Usina dos Martins, que até hoje contribui com geração de energia.

Cachoeira Miné

Fica próxima ao Distrito de Martinésia, com grande beleza natural.

Cachoeira de Malagone

Última cachoeira do rio Uberabinha, possui aproximadamente oito metros de queda e um grande volume de água.

quarta-feira, junho 24, 2020

sexta-feira, fevereiro 21, 2020

Zoológico Municipal elabora cardápio especial para estimular animais
TÉCNICA CONHECIDA COMO ENRIQUECIMENTO AMBIENTAL OFERECE UM AMBIENTE DE BEM-ESTAR ÀS ESPÉCIES
6 DE FEVEREIRO DE 2020 - UBERLÂNDIA-MG
Araípedes Luz/Secretaria Municipal de Governo e Comunicação
Imagine um picolé de peixe ou de carne. Opções assim podem não soar muito atrativas para humanos, mas certamente agradam algumas espécies de animais que habitam o Zoológico Municipal nesta época do ano. Semanalmente, os técnicos da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Serviços Urbanos elaboram novas e criativas opções de nutrição do plantel, considerando principalmente a temperatura ambiente. Os alimentos são acompanhados de outras iniciativas capazes de simular o habitat natural e otimizar a qualidade de vida das espécies, em um processo conhecido como enriquecimento ambiental.  
As dietas levam em consideração os 150 animais do espaço e são elaboradas por um zootecnista, com apoio de um veterinário e de um biólogo. Os alimentos são adquiridos com empresas selecionadas por meio de licitação.
Araípedes Luz/Secretaria Municipal de Governo e Comunicação
O diretor do Zoológico, Evandro Canelo, explica que o enriquecimento ambiental segue um planejamento conforme necessidades específicas de cada espécie, com adaptações constantes, levando em consideração a época do ano. Para as altas temperaturas do verão, o cardápio é dominado por folhas, frutos e flores. Além de picolés, a ingestão de água é incrementada com outros alimentos, como gelatinas.
 “Em épocas onde temos calor em excesso, aumentamos a quantidade de alimentos mais ricos em líquido. Junto a isso, criamos estímulos nos ambientes, fazendo com que esse alimento mais saudável torne-se também mais atrativo. Assim, o animal consegue ingerir a quantidade de nutrientes e calorias necessárias para o seu bem-estar, independentemente da temperatura
Araípedes Luz/Secretaria Municipal de Governo e Comunicação
Foco ambiental
O trabalho abrange ainda exercícios que exploram características sociais, alimentares, físicas, sensoriais e ocupacionais dos animais. O diretor acrescenta que os resultados extrapolam os recintos e contribuem para a conscientização dos visitantes acerca da fauna e do meio ambiente.
“O nosso foco principal é a conservação e a educação ambiental em fazer com que os visitantes saiam pessoas melhores e esse enriquecimento favorece a conservação. Esses animais ficam cativos, então o que fazemos é melhorar o dia a dia com a oferta de alimentos e enriquecimento diário”, explicou.
Zoológico Municipal
Local: complexo do Parque do Sabiá – bairro Tibery
Funcionamento: Terça a domingo – das 8h às 16h, com permanência até às 17h
Entrada gratuita!

segunda-feira, setembro 23, 2019

Dia Mundial da Limpeza recolhe mais 30 toneladas de entulho em Uberlândia.             

AÇÃO REALIZADA NA MANHÃ DE HOJE (21) OCORREU ÀS MARGENS E NO LEITO DO RIO UBERABINHA 21 DE SETEMBRO DE 2019 -    https://www.uberlandia.mg.gov.br/2019/09/21/dia-mundial-da-limpeza-recolhe-mais-30-toneladas-de-entulho-em-uberlandia/
 Foi um sucesso a primeira edição do Dia Mundial da Limpeza – World Cleanup Day (WCD) em Uberlândia. Coordenado pelo projeto Limpa Brasil, o evento, apoiado pela Prefeitura, contou com a participação de aproximadamente 1,5 mil pessoas, responsáveis por recolherem mais de 30 toneladas de lixo e entulhos nas margens e leito do rio Uberabinha, além de casas da região. Na ocasião, o vice-prefeito e diretor do Departamento Municipal e Água e Esgoto (Dmae), Paulo Sérgio Ferreira, representou o prefeito Odelmo Leão.
“O prefeito Odelmo pediu e mobilizamos todas as secretarias da Prefeitura para que esse dia ficasse marcado e ação surtisse o efeito desejado. Além da efetividade, limpando as margens e o rio, o momento também foi de despertar na população a conscientização ambiental. O poder público trabalha e promove a ideia de que não sejamos a cidade que mais limpa e sim a cidade que menos suja”, disse.
        
           
     
           
 
·         Em Uberlândia, o Dia Mundial da Limpeza contou ainda com o suporte e orientação de mais de 350 militares do 36º Batalhão e Infantaria Mecanizado (36º BiMec), representantes de entidades, do setor privado e voluntários da sociedade civil. O gerente de auditoria Brunno da Silva participou da ação e não foi sozinho, levou o filho Arthur, de 3 anos, para participar também. “Cada um deve fazer sua parte no cuidado com o meio ambiente. Uma atividade como essa serve de exemplo para que o cidadão dê a destinação correta ao lixo. É justamente com esse pensamento que quero que meio filho cresça. O dia, então, serve de aprendizado”, ressaltou.
·         Para a realização da atividade, a gestão municipal disponibilizou mais de 50 veículos entre caminhões, máquinas e ônibus para o transporte dos voluntários. Houve ainda a participação de 200 agentes do Centro de Controle de Zoonozes, que passaram pelas casas da região pedindo à população que deixassem na rua materiais velhos para serem coletados.
·         Dia da Árvore
·         Outra motivação importante foi a comemoração do Dia Mundial da Árvore. Para isso, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Serviços Urbanos doou mudas durante todo o evento. “É uma junção de ações que se unem em um único conceito: cuidar do nosso meio ambiente. Além disso, destaco a importância do plantio de árvores, que, quando grandes, melhoram nosso ar e ainda contam com o benefício da sombra”, explicou o secretário à frente da pasta, João Junior.
·         World Cleanup Day
·         O movimento World Cleanup Day – Dia Mundial Limpeza começou na Estônia, pequeno país localizado no norte da Europa em 2008, quando 50 mil pessoas se reuniram para limpar todo o país em apenas cinco horas. Para este ano, a programação prevê o desenvolvimento de ações de limpeza durante 30 horas em todos os cantos do planeta.

sexta-feira, abril 05, 2019

Expedição a índios isolados teve 'contato pacífico e emoção no reencontro de parentes', diz Funai
Por Matheus Leitão
05/04/2019 09h56 atualizado há 5 horas
Índios Korubo permaneciam isolados até a expedição — Foto: Bernardo Silva/Funai

A maior expedição da Fundação Nacional do Indio (Funai) dos últimos 20 anos para fazer contato com índios isolados resultou, até o momento, em um encontro pacífico e acabou marcada pelo reencontro de parentes indígenas que estavam afastados. Também houve diálogos para evitar conflitos por terras.

Como o blog informou no início de março, a Funai preparou a maior expedição das últimas décadas para entrar em contato com um grupo de índios Korubo, na Terra Indígena (TI) Vale do Javari, no extremo oeste do Amazonas, que permanecia totalmente isolado.

A expedição, que começou a ser organizada no governo anterior, tinha dois objetivos principais: reaproximar parentes que se afastaram em 2015 e, também, evitar novos conflitos entre eles e os Matis, outra etnia indígena da região, pelas terras próximas ao Rio Coari.

Reencontro de parentes Korubo foi celebrado entre os índios — Foto: Bernardo Silva/Funai


Havia o risco de extinção física de uma das etnias, segundo a Funai, no caso de um contato inadvertido, porque existem muitas desavenças entre os dois grupos. Daí, a necessidade da expedição que fez a fundação abrir mão da política de "zero contato” com índios isolados, que vinha sendo adotada desde 1987.

Atualmente, a Funai evita ao máximo o contato com grupos indígenas para preservar a decisão dos índios de se isolar. Depois de aproximadamente 32 dias, o chefe da expedição e coordenador-geral de índios isolados e recém contatados da Funai, Bruno Pereira, conversou com o blog sobre os resultados da missão que, segundo ele, foi um sucesso.
                                                                     
Bruno Pereira lembra que a equipe da expedição era composta por 30 pessoas, entre profissionais de saúde, servidores da Funai, da Secretaria de Saúde Índigena (Sesai) e índios já contatados da região. Além da equipe que trabalhou efetivamente nas matas, a expedição teve o apoio da Polícia Militar, do Exército Brasileiro e da Polícia Federal.

Inicialmente, a equipe de trabalho passou por uma quarentena de 11 dias para se livrar de gripes e evitar a contaminação dos índios com doenças. Depois do período em quarentena, a equipe permaneceu oito dias na mata em busca dos Korubo isolados.

Bruno relata que a equipe usou como intérpretes índios Korubo já contatados, parentes que tinham se perdido do grupo dos Korubo isolados em 2015. Ao chegar nas roças mapeadas pela Funai, a equipe não encontrou imediatamente os índios isolados, que tinham saído em busca de alimento. Ao procurar pelos caminhos abertos pelos indígenas, a equipe conseguiu realizar o encontro.

Segundo a Funai, na manhã do dia 19 de março a equipe encontrou com dois indígenas isolados que caçavam. “Foi um encontro bastante emocionante, pois logo descobrimos que um dos dois Korubo que vieram em nossa direção era irmão consanguíneo de um Korubo que compunha a expedição. Eles não se viam desde 2015. Foi uma situação de bastante emoção e choro entre eles, que acreditavam que seu parente estava morto” conta o coordenador de Índios Isolados.

“Num primeiro momento, eles não estavam com suas armas, suas bordunas, e a gente também não. Nossos intérpretes Korubo são familiares que foram separados, então houve bastante emoção nesse momento, foi um contato bem pacífico e ele foi sendo construído”, explica Bruno Pereira.

De acordo com ele, no dia seguinte chegaram outros 22 indígenas que estavam nas proximidades. Duas famílias, compostas por 10 indígenas, se aproximaram nos três dias seguintes. Ao todo foram contabilizados 34 Korubos. Quatorze deles com idade aproximada entre 20 e 48 anos, sendo oito homens e seis mulheres, duas delas grávidas. O grupo conta, ainda, com 21 crianças e jovens de até 16 anos, sendo nove meninos e 12 meninas. Dessas, três bebês de menos de um ano de idade.

O chefe da expedição relata que não há registros de doenças que tenham sido passadas da equipe para os índios até o momento. Bruno explica que os Korubo estavam com uma malária “suave”, mas que não foi adquirida pelo contato com a equipe. Segundo ele, os índios “podem ter adquirido [a doença] nas visitas aos Matis ou pelos próprios caçadores ilegais que andam próximo ao Rio Coari”.

Questionado sobre o diálogo para evitar confrontos entre os Korubo do Coari e os Matis, Bruno Pereira revela que os índios entenderam que não devem se aproximar da região onde estão os Matis. No entanto, segundo o chefe da expedição, o contato ainda é muito inicial e precisa ser monitorado.

“Houve um entendimento, a gente conseguiu dialogar nesse sentido com eles. Disseram que não iam mais andar para lá e é fundamental entender que os intérpretes nossos são parentes deles, então a coisa pôde fluir um pouco mais. Mas está muito inicial, o processo é estável. São as primeiras informações de campo e a gente ainda tem que monitorar”, explica Bruno.

Bruno Pereira ressalta que a expedição não terminou. A ação vai diminuindo gradualmente até que a situação seja considerada segura e o contato esteja consolidado com os índios. Segundo ele, é preciso estar “alerta” por causa do histórico de conflitos na região.

“Agora ela [a missão] vai reduzindo um pouco conforme vamos ganhando segurança e estabilidade nessa relação. Leva um tempo. Não é algo feito em 10 dias, 15 dias. A gente não vira as costas e vai embora. Voltamos a repetir um monte de informações para eles com o intuito de que a gente não tenha dissabores após o contato”, explica.